Quatro blocos porque o monitoramento tem falhas em camadas que se mascaram: A mede a qualidade dos indicadores, B a infraestrutura de coleta, C se a cadência gera decisão e D se os dados resistem a verificação interna e externa.
A aderência de cada dimensão é soma dos pontos ÷ (nº de critérios × 3). Assim, dois critérios em andamento (2+2) equivalem a um critério consolidado mais um iniciando (3+1) no agregado — refletindo que práticas parciais avançam a maturidade, mas não substituem a prática plenamente consolidada.
Avalia se os indicadores medem o que importa, com rigor técnico e cobertura sem lacunas relevantes.
Avalia se a coleta é sistemática, rastreável e integrada — não dependente de heroísmo planilhado.
Avalia se o monitoramento gera decisão — não apenas registro. Aqui mora a diferença entre medir e gerir.
Avalia se os dados ESG têm credibilidade interna (controle) e externa (asseguração por terceira parte).