Quatro blocos porque o reporte ESG falha em camadas distintas: A avalia a qualidade e completude do que se divulga, B a adequação a públicos e canais, C a credibilidade e honestidade do discurso e D a preparação para a regulação que vem.
Avalia se o relatório ESG tem substância — dados, séries históricas e metodologia — ou se é predominantemente narrativo.
Avalia se a comunicação chega a quem precisa, na forma certa — e se há consistência entre o que se diz fora e o que se vive dentro.
O bloco mais incômodo: se um jornalista comparasse o relatório com os dados internos, o que encontraria?
Antecipa o salto regulatório que vem ao Brasil — CVM 59, B3, ISSB, CSRD — e mede preparo para a obrigatoriedade crescente.