Quatro blocos substituem o SIM/NÃO: A mede avanço real, B a gestão ativa da execução, Cos habilitadores e barreiras e D a conexão entre ação e resultado. Ao final, o radar de diagnóstico revela o padrão de falha predominante. Aplique este passo com os executores das áreas — não com a equipe central de sustentabilidade.
Mede se as iniciativas do Passo 5 saíram do papel. Critérios de execução real testam fatos, não declarações de andamento.
Mede se existe rotina de gestão capaz de detectar desvios cedo e corrigir rota — não apenas registrar o que aconteceu.
Mede se as condições materiais para executar estão de fato presentes. É o bloco onde o plano se choca com a realidade operacional.
Fecha o ciclo: testa se as ações que estão acontecendo de fato movem os indicadores ESG. É aqui que se diagnostica execução sem impacto.
Complete os quatro blocos para revelar o padrão de falha predominante da organização.
O radar de diagnóstico cruza Bloco A (execução), Bloco B (gestão), Bloco C (habilitadores) e Bloco D (impacto). Sem os quatro, o padrão fica enviesado.